Sonhadores do Metrô
Permanentemente efêmeros
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
Pólento
Algo acima pesa e as bases tremem
Esmaga e estilhaça e quebra
Já não resta um, mas todas
As pequenas partes do ser
São pó
Arrastado pelo vento no mundo
E ninguém sabe de quem é
E todos acham que é de alguém
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